Amsterdã e Bruges: roteiro de 7 dias

Roteiro Amsterdã e Bruges
Roteiro Amsterdã e Bruges: 7 dias para curtir com calma

Há muito o que descobrir e fazer em Amsterdã e Bruges. Em Amsterdã, uma das cidades mais lindas da Europa, os canais  margeados por casas-barco e edifícios triangulares são o cenário para uma cidade vibrante a cheia de surpresas. Você nunca sabe o que vai encontrar: uma ruela secreta,  um pequeno jardim escondido,  uma igreja que virou local de shows.

Nos bairros emergentes ao redor do centro, edifícios pós-industriais abrigam agora espaços originais como galerias, cervejarias em contêineres e clubes.  Sem falar nos campos e pequenos vilarejos ao redor, acessíveis mesmo de bicicleta.

A poucas horas de trem dali,  na pequena Bruges, o cheiro doce do chocolate toma conta das ruas, onde prédios medievais e realejos levam o viajante para um outra época, em mais uma cidade que – embora pequena em tamanho – é grandiosa em exuberância.

Um bar num prédio de 1695. Em Amsterdã, qualquer esquina guarda uma surpresa ou um lugar bacana

O que fazer em Amsterda e Bruges: o Saint John Hospital, o maior exemplar da idade média ainda de pé, em Bruges

O que fazer em Amsterda e Bruges: o Saint John Hospital, o maior exemplar da idade média ainda de pé, fica em Bruges

Bruges e Amsterdã são duas das nossas cidades preferidas na Europa, e tenho certeza que serão as suas também. Tome seu tempo e vá com calma, é minha primeira dica. As outras, dou a seguir, em um roteiro de 7 dias, e recomendo ter um chip de celular para se achar nas cidades, já que elas não têm wi-fi público.

O que fazer em Amsterdam – dia 1

 Tão linda quanto democrática, Amsterdã é conhecida pelos seus coffeshops e pelo bairro da Luz Vermelha, mas entre seus canais há uma infinidade de atrações e atividades diferentes, inclusive para quem viaja com filhos.

A cidade tem ótimas padarias, famosas por produzir pães artesanais com recheios de caldas doces e queijos holandeses, e tomar o café da manhã em uma delas pode ser um ponto de partida para começar o seu dia.  Dependendo de onde você estiver, sugiro a Vlaamsch Broodhuys (não deixe de experimentar a pasta de chocolate e a geleia de uva, são incríveis) e Le Fournil de Sébastien (com sotaque francês) .

Depois, vá explorar os museus: o  Van Gogh guarda uma coleção única do artista que dá nome ao espaço, e ainda um acervo de Gauguin. A 5 minutos de caminhada dele, está o Rijksmuseum (19 euros | grátis menores de 18), com obras da época de ouro holandesa, entre outras.

Então, seu caminho natural será o Vondelpark, onde uma turba de turistas se junta aos locais num retrato fiel ao que Amsterdã representa: multiplicidade.

O parque vibra com gente jogada em toalhas pelos gramados, punks, hippies, hispters e famílias fazendo picnic, ouvindo música e outras quimeras, e – no verão – curtindo uma piscina pop up. Aqui, todos se misturam com sintonia.

Aí, é hora de explorar ares mais urbanos. A extensão do Vondelpark é a Leidsetraat, uma rua cheia de lojas internacionais e onde também está uma das filiais do cofeeshop Bulldog.

Seguindo por ela até o final, você dará no Singel, um dos principais canais do centro. É atravessá-lo para entrar numa parte que eu amo, em um labirinto de ruas e pequenos canais com belas joias arquitetônicas e bares animados: vá bater perna com toda calma do mundo pela Spuistraat e Spui, e não deixe de adentrar no Begijnhof, antiga morada das irmãs beguinarias.

Aliás, na Spui fica um restaurante quebra-galhos ótimo: o Tratoria Caprese, com um delicioso risoto de pera e gorgonzola servidíssimo e delicioso por 18 euros.

Para termina o dia, você pode jantar no italiano Pastini (Leidsegracht 29), o local Momo (Hobbemastraat 1), e o francês Vinkeles (Keizersgracht 384). Ou, mais original, vá jantar num barco do Karel, um nascido e criado em Amsterdã, e que faz uma comida ótima.

Vondelpark: relax e multiplicidade

Vondelpark: relax e multiplicidade

O Singel: canal é cheio de cantinhos e esquinas lindas

O Singel: 0 canal é cheio de cantinhos e esquinas lindas

O que fazer em Amsterda: a Spui, vibrante e cheia de bons restaurantes

O que fazer em Amsterdã: a Spui, vizinhança vibrante e cheia de bons restaurantes

O Begijnhof de Amsterdã: jardim secreto escondido por trás de uma porta

Roteiro Amsterdã:Dia 2

Amsterdã, ao contrário de outras grandes capitais, é uma cidade descomplicada, facílima de ser explorada. E boa parte de sua graça está ao ar livre: nas ruas, canais, cafés com mesas do lado de fora. Por isso, alugue sua bike e vá circular.

Comece pela Central Station e siga para o Jordaan, um bairro mais sossegado, cheios de ateliês locais, cafeterias e galerias de arte.  Coma a melhor torta de maça da cidade no Winkel 43, e depois rume para  rua Tweede Angeliersdwarsstraat, um endereço vibrante no Jordaan. Daí, é se perder pelas vielas.

Saiba também que as praças de Amsterdã são um teatro a céu aberto, com dezenas de artistas tirando o melhor da cartola num cenário de prédios históricos e tempos medievais. E, portanto, a Dam Square não pode ficar fora do seu roteiro. Uma dica extra para quem viaja com crianças é que, nos arredores da Dam fica o museu de cera Madame Tussauds.

Quando cansar da horda de turistas da Dam, e quiser um clima mais local, um dos pedacinhos que considero a cereja de Amsterdã  são as  chamadas 9 Streets,  9 ruas  entre as Leidsegracht and Raadhuisstraat onde reina a cena cool. Aqui você vai achar de lojas retrôs e brechós a lojas de designers moderninhos e cafés com assinatura muito local.

As 9 streets também são ótimas para um almoço. Nelas, ficam o Pluk – comidinha moderna e informal num ambiente lindo – e o Thai Fusion, pedida bacana para quem gosta de asiáticos. Se a idéia for fazer um lanche mais rápido, escolha o Pancakes Amstedam, que serve sanduíches, panquecas e saladas.

DICA PRO: o Hans Egstorf é padeiro desde 13 anos (!) e mantém com muito amor uma bakery há 30 anos (!!) nas 9 Streets,  onde faz o melhor stroopwaffle do pedaço. Fica na Spuistraat 274, e não tem instagram, nem site.

E então, é hora de explorar os canais! Amsterdã tem 165 canais e 1281 pontes, e se você sempre namorou as fotos que mostravam a cidade e seus canais, aqui vai um roteiro matador para ver ao vivo e a cores esses locais:

    • Os canais mais lindos são: Herengracht (amo ele em todos os pontos, mas principalmente perto das 9 Streets e quando vai chegando pro festivo lado da Centraal Station), Prinsengracht, Keizergracht e Singel. Eles formam o famoso cinturão de canais de Amsterdam.
    • A Curva Dourada: no  Herengracht, entre Leidsestraat e Vijzelstraat (marquei o local no mapa como Herengracth 536) fica um dos mais conhecidos e fotografados conjunto de casas de Amsterdam;

Para jantar em alto estilo, o Bord’eau é um restaurante com duas estrelas no Michelin, e uma experiência gastronômica.

9 streets amsterda

O mapa das 9 streets

 

Dam Square

A Dam Square: a praça é uma das mais antigas de Amsterdã, e foi palco de batalhas e momentos históricos importantes. Hoje, é um teatro a céu aberto

A Bakery do Hans: melhor Stroopwaffle de Amsterdã

A Bakery do Hans: melhor Stroopwaffle de Amsterdã

E o fofo do Hans, padeiro desde os 13 anos!!

O Thai Fusion, nas 9 Streets

O Thai Fusion, nas 9 Streets

As 9 Streets: encontro de ruas frequentadas pelos locais

As 9 Streets: encontro de ruas frequentadas pelos locais

72 horas em amsterda

O conjunto de prédios da curva dourada

Amsterdã – dia 3

O Red Light é o bairro onde se concentram os coffee shops, lojas com produtos feitos à base de marijuana e o comércio do sexo (muitas vezes com prostitutas em vitrines). Lendo assim, parece que você vai entrar no submundo.

Mas não, o Red Light District também é um dos bairros mais antigos de Amsterdã, e guarda um dos conjuntos arquitetônicos mais lindos da cidade. E é um lugar onde, tranquilamente, passeamos com a Juju em todas as vezes que fomos para o destino (com 4, 12 e 15 anos)

Isso porque, além da cabines eróticas, há lojas, cafés, sorveterias, lanchonetes em barcos ancorados e uma turma de gente andando de um lado pro outro. Sem falar nos prédios históricos, como gótico Oudekerk. Se quer nossa opinião, a gente adora essa parte!

E uma informação legal:  as meninas aqui não têm cafetinas e nem chefes (cafetinagem é proibido em Amsterdã). Elas trabalham por conta própria, e ficam nas vitrines porque é proibido se prostituir na rua. Além disso, elas têm assistência do governo em saúde e assistência social.

Tendo conhecido o Red Light, e experimentando a cidade a pé e de bike, agora é hora navegar. 

Assim como Veneza, Amsterdã também possui um labirinto de canais, e é aqui onde talvez você consiga se deparar com o estilo de vida mais original da cidade: moradores em seus barcos munidos de música e prosecco, e se aglomerando em locais como o Hanneke’s Boom, um bar-restaurante decorado com artigos de segunda mão.

De forma que passear de barco pelos canais também é o maior barato, e recomendo ainda que – em vez dos tours turísticos – você alugue sua própria embarcação. Não se acanhe caso não tenha experiência: não é preciso licença para navegar, e tendo internet 3g no celular  você não se perderá pelo anel de canais (alugamos o nosso barco com o Canal Motorboat, e custa 120 euros por 3 horas)

Alternativa: Se quiser algo bem diferente, se ligue no norte de Amsterdam,  equivalente a  Williamsburg no Brooklyn. O lugar hispsterizou, e na beira do canal por lá tem vários cafés e bares diferentões. Um imperdível é o The Noorderlicht Café. Termine o dia num chill out no Pllek, outro bar da lista infalível, feito de containêrs, com varanda de areia, sofás e – no verão – sessão ao ar livre de cinema.

Os canais dos Red Light tem prédios lindos

Os canais dos Red Light têm prédios lindos

Mais um canto do Red Light: bairro é plural

Mais um canto do Red Light: bairro é plural

Juju no barco que nós mesmos alugamos e dirigimos. E nem precisa saber pilotar de antemão

Juju no barco que nós mesmos alugamos e dirigimos. E nem precisa saber pilotar de antemão

Cenas do passeio: a cidade de um outro ângulo

Pedalando nos arredores – dia 4

Se Volendam e Marken são nomes conhecidos nos folhetos da agências que vendem passeios pela chamada Waterland Region, Monnickedan é um antigo vilarejo de pescadores, parado no tempo, e ainda inexplorado pelo turismo.

O jeito mais lindo de chegar lá é pedalando a partir de Amsterdã, passando pelos campos, e chegando em 1 hora.  De lá, vale esticar – aí sim – até Volendam. Será mais 30 de bike, num caminho plano, que dá pra seguir pelo Google Maps.

Caso você ache que isso é quase um Ironman, há uma forma mais fácil: basta pegar o ônibus para Volendam que sai da Central Station (o bilhete custa 10 euros, e vale para viagens ilimitadas no período de 24h) e alugar a bike em Volendam ( pagamos 42 euros pelo dia todo em 2 bikes normais e 1 tandem) . De lá para Monnickedam são deliciosos 30 minutos de pedal.

Mais turística, porém bem pitoresca ainda, Volendam é uma vila de pescador, e com prédios datados do século XVII, um lago e casinhas. Aqui, vale conhecer também a marina e o museu de queijos, com direito a degustação.

Cidades perto de Amsterdã para fazer um bate-volta: caminho de bike de Volendam para Monnickedam

Cidades perto de Amsterdã para fazer um bate-volta: caminho de bike de Volendam para Monnickedam

Os campos verdes que vimos na pedalada

Volendam e suas casas típicas

Volendam e suas casas típicas

Burburinho nas ruas de Volendam

Burburinho nas ruas de Volendam

Mais uma de Volendam

Chegando em Monnickedam

Monnickedam: menos conhecida, e com clima pacato de um vilarejo de pescadores

Monnickedam: menos conhecida, e com clima pacato de um vilarejo de pescadores

Bruges – dia 5

Apenas pouco mais de 3 horas de trem separam Amsterdã de Bruges  (valores a partir de 65 euros).

Tem muita gente que faz Bruges num bate e volta de um dia porque a cidade é pequenininha e dá pra visitar em uma manhã e uma tarde. Mas isso é para quem quer apenas ver a cidade, em vez de vivê-la.

Bruges é uma cidade-monumento cortada por canais, pontilhada por belíssimos exemplares de arquitetura gótica, e com uma atmosfera muito especial. É alegre, linda, romântica, tem mesmo cheiro de chocolate pelas ruas e, explorando bem a cidade, você vai descobrir uma infinidade de lojinhas diferentonas, ruelas, jardins e bons lugares para comer.

Então, reserve um tempo e curta com calma, porque a cidade é linda de morrer! Nada de bate-volta!

A Markt, praça principal de Bruges, fica no centro da cidade é o ponto de partida do seu passeio de hoje. É aqui que estão alguns dos melhores chocolatiers do planeta: Godiva, Neuhaus, Dumon e Leonidas, então aproveite para cair dentro de um bom chocolate.

Dos waffles – também na praça e outro clássico belga, recomendo o Chez Albert, e sem economia de calorias: caia dentro das coberturas de caramelo e de chocolate ao leite .

Ainda na Markt fica o Campanário de Belford, onde pagando 8 euros é possível subir na torre e ver a cidade toda. E o Historium, que tem uma exibição em realidade virtual da história de Bruges. É bem bacana para quem viaja com crianças.

Aí, prepare-se para uma sucessão de surpresas apaixonantes no caminho rumo ao outro lado de Bruges, onde ficam o Beguinage e o parque Minnewater. Descendo pela Steenastraat e MariaStraat, você vai encontrar o Saint John Hospital (do século XII), a Igreja de Nossa Senhora (século XII também) e praças vibrantes como a Walplein e a  Wijngaardplein.

Termine seu circuito passando pela Ponte Bonifácio  e tomando um chocolate quente em algum café da à beira do RozenhoedKaai (sinalizei todo esse caminho no mapa abaixo).

O naipe do cenário é esse das fotos. <3

Gula extra: para fechar o dia com um jantar especial e estrelado no Michelin, recomendo o Christophe (e seus pratos frescos de camarão) .

A Markt, coração de Bruges

A Markt, coração de Bruges

O melhor Waffle de Bruges, sem exagero, é o do Chez Albert

O melhor waffle de Bruges, sem exagero, é o do Chez Albert

O campanário ao fundo

E a vista do alto do Campanário

 

O Charme da Mariastraat

O charme da Mariastraat

Mais um cantinho da Mariastraat

No entorno do Saint John Hospital

A Wijngaardplein: parece um quadro, não acham?

Mais uma da Wijngaardplein

O Beguinage de Bruges

A beira do canal RozenhoedKaai

A beira do canal RozenhoedKaai: cenário lindo demais

Ruas mais lindas de Bruges

Ruas mais lindas de Bruges: e a RozenhoedKaai do lado da calçada dos prédios

Bruges dia 6:

Assim como Amsterdã, fazer um passeio pelos canais de Bruges e se perder de bicicleta pelo seu labirinto de ruas são dois jeitos de curtir a cidade sob uma perspectiva diferente. E que recomendo muito.

No que se refere à magrela, a loja mais barata que achamos e com bikes novas e variadas (tandem dupla, tripla, com carrinho e o que mais você quiser) foi a Koffieboontje, do lado da Markt (locação por todo o dia: 15 euros).

Já o passeio de barco dura 30 minutos, custa 10 euros, e pode ser comprado na hora no quiosque que fica na Wollestraat.

E se quiser algumas dicas de lugares para sentar, fazer um lanche, comer um waffle ou uma batata frita, aqui vão:

Vero Caffè – lanches rápidos e gostoso

GodivaNeuhaus , Leonidas e Dumon: o roteiro dos chocolates imperdíveis

The Gulliver Tree: sopas, tortas, pães e outra delícias numa casa de chá com jeitinho cozy e moderno ao mesmo tempo. Uma das melhores de Bruges

Belgium Fries: O Chez Vincent vende deliciosas batatas crocantes.

Burguês Gourmet: se você adora um burguer turbinado, vá ao Ellis

Cervejas: O 2B Beer Wall fica sobre o canal RozenhoedKaai e tem pelo menos 300 rótulos diferentes de cerveja, mas não serve comida, só queijinhos e coisas do gênero.

O 2 Beer Wall

Mais uma cervejaria à beira do canal 

Passeio de barco em Bruges

Ghent: dia 7

Ghent fica a 30-45 minutos de trem de Bruges. É uma cidade belíssima, a vale a pena conhecer.

Por lá, explore a Veldstraat, principal rua comercial da cidade, a Catedral de São Bavo, a Sint Veerplein, e os canais. É deles, inclusive, onde fica a St. Michels brigde, que se tem uma das vistas mais lindas.

Em tempo: para escolher uma cidade de base, entre Bruges, Bruxelas e Ghent, nós ficamos com Bruges sem pestanejar!

Ghent: mais imponente que Bruges, mas menos aconchegante

Ghent: mais imponente que Bruges, mas menos aconchegante

Ghent: também formada por canais

Parte central de Ghent

Onde se hospedar em Amsterdã:

Em Amsterdam, recomendado é escolher hotéis que fiquem no centro (Leidesplein | 9 Streets | Dam e Square-Centraal Station).

Na área das 9 Streets, gosto do Pulitzer Amsterdam, que ocupa 25 casas do século XVII e XVIII interligadas e recém restauradas. A estrutura original foi mantida, mas a decoração é contemporânea e clean.

Quarto do Pulitzer, com vista para os canais de Amsterdã

Quarto do Pulitzer, com vista para os canais de Amsterdã

Na área da Dam Square, tem o charmosérrimo Swissôtel, com uma vista abertona para a Dam, e facilidades como bicicletas para os hóspedes e quartos amplos e  bem decorados.

Hotel em Amsterda perto da Dam Square

na área da Leidseplein, considere o La Remise. É um boutique design, com quartos em tons de cinza, amarelo e pastéis.

Hoteis em Amsterdã: o estilo escandinavo do La Remise

Hoteis em Amsterdã: o estilo escandinavo do La Remise

Onde se hospedar em Bruges:

O centro é a melhor opção para ficar em Bruges. Nos hospedamos no The Pand Hotel. Além de incrível (faz parte do Small Luxury Hotels), ele fica onde eu considero uma das melhores localizações de Bruges: a dois passos da Markt e praticamente de frente para os canais. E o café da manhã é sensacional, com chocolates, pães, omeletes, queijos.

Outra indicação é o Hotel Dukes’ Palace, instalado em uma antiga casa ducal do século XV e a poucos minutos da praça Markt.

Nosso quarto no The Pand

Quem voa:

A gente voou de KLM, que têm voos diretos para Amsterdã e Paris saindo do Rio de Janeiro. Além disso, são companhias que nós gostamos muito pela pontualidade, qualidade do serviço, conforto.

Optamos pela premium economy, uma classe mais confortável que a padrão.

As poltronas têm configuração 3x3x3, só que com 10 cm de largura a mais que a econômica, e reclinam 18 cm (a econômica reclina 9cm).

Não é uma  business, mas o conforto faz diferença, e vale à pena. E assim pudemos pegar p  voo foi noturno, chegar em Amsterdã cedo e ter disposição para curtir a cidade.

Gosto também da forma como KLM e Air France tratam os passageiros, e de como são atentos a detalhes, como no caso do kit de voo mesmo na classe econômica (como máscara de dormir, travesseiros novinhos, tampões de ouvido) ou do entretenimento de bordo (com ótimos filmes recém-lançados no cinema).

Nossas poltronas na Economic Premium: mais espaço

E o entretenimento de bordo

Passeios extras em Amsterdã e Bruges:

Logo abaixo, fiz um roteiro detalhadinho hora a hora, dia a dia. Mas separei aqui alguns passeios e tours guiados em Amsterda bem legais, que podem ser comprados direto pelo Get Your Guide:

Nossos outros posts sobre Amsterdã

Seguro viagem internacional na Europa

Ele é obrigatório na Europa, com cobertura mínima de 30 mil euros.

De qualquer forma, não viaje sem, porque ninguém está livre de  extravio de malas e cancelamento de passagens. Pra saber qual seguro se adapta melhor às suas necessidades e ao seu orçamento, a gente indica e usa o Segurospromo. Ele busca e compara os preços e coberturas de todos os planos, e assim você consegue escolher a melhor opção.

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3 Comments

  • Maíra disse:

    Adoramos o roteiro de Amsterdam! Alugamos o barco que vcs recomendaram e valeu muito a pena! Fomos no Vondelpark e tava lotado de gente curtindo o verão! Muito legal! Queria ter ido no Hannekes Boom, mas não deu tempo! Fica pra próxima!

  • Luciana de Oliveira disse:

    Bom dia!
    O que eu acho mais incrível dos posts é a riqueza de detalhes. Cada post é um guia completo. Não planejo nenhuma viagem sem passar por aqui antes, ajuda demais nas escolhas de passeios e hotéis
    Super obrigada família querida!!
    Bjs

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