Onde se hospedar em Siem Reap/Angkor Wat

Onde se hospedar? Essa é sempre uma pergunta importante. Dependende da área e hotel que você escolher, sua viagem pode ser incrível. Ou um desastre total. Em Siem Reap, você tem duas opções: ficar nos hoteis e hostels perto da Pub Street, restaurantes, bares e feira; ou se hospedar nas vizinhanças das ruínas. Essa segunda opção é para quem quer ficar um pouco mais isolado, numa onda spa e tal (se bem que desssa área para a Pub Street, de tuk tuk, são só 15 minutos. Tudo é muito perto!).

ARREDORES DA PUB STREET E DO OLD MARKET

pippeli siem reap

Pippeli Pensione: fica a duas quadras da movimentada rua de bares e restaurantes, mas numa rua tranquila e silenciosa. Tem uma piscina, o café da manhã é legal, os quartos são limps, espaçosos e bem decorados, e o atendimento é ótimo. Nós ficamos hospedados nesse hotel, e super indicamos. Não chega a ser barato.

siem reap golden banana

Golden Banana – é um hostel super arrumadinho, e com um preço ótimo!! Fica perto do Pippeli, também numa rua tranquila, com piscina, quartos limpinhos, e tal. É um bom lugar pra se hospedar com um budget menor.

golden temple siem reap

Golden Temple Hotel – Fica nessa mesma área, é é uma graça. De novo, com piscinas, quartos legais e bem decorados, e numa rua silenciosa. O valor da diária também é super ok.

ARREDORES DO TEMPLO:

nita siem reap

Nita by Vo: é um hotel-boutique-spa. Tem (claro) um super spa, quartos lindos, vista para um pôr-do-sol incrível e, pelos comments do TripAdvisor e do Booking, os dias aqui são perfeitos.

sofitel siem reap

Sofitel Angkor – Da rede Sofitel, tem uma piscina incrivel. jardins, amenidades da marca Lanvin, spa, e café da manhã super farto. Da mesma forma, a diária também é farta.

 EM TEMPO: O visto para o camboja é obtido no aeroporto, e precisa de ter 2 fotos 3X4 para entregar e pagar US$20.

 

MAIS DE ANGKOR WAT E SIEM REAP

– Angkor, parte I: cenário de filme para crianças

– Angkor Wat, parte II: o que ver

– Angkor Wat: vendo o sol nascer fazendo um picnic 

– Angkor Wat, parte III: os templos mais conhecidos

 

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