Para onde viajar em abril no Brasil

Querendo dicas lugares para onde viajar em abril no Brasil Passadas as férias de verão, as tarifas ficam mais baixas, os destinos  mais baratos, e a economia pode chegar a 40%.   No post de hoje, reunimos alguns lugares ótimos e baratos no Brasil e na América do sul para quem quer dicas de viagens baratas em abril.

Onde ir em abril no Brasil: Ibitipoca

Rochas, penhascos, grutas, cavernas e cachoeiras formam a paisagem do Parque Nacional de Ibitipoca, no sudeste de Minas Gerais, um ótimo destino para viajar em abril. O parque ficar mais vazio passadas as férias de verão, mas as temperaturas para entrar na água continuam agradáveis.

Entre as atrações, uma das mais lindas é  a cachoeira  Janela do Céu. Outra cachu que não pode faltar no roteiro do Parque estadual é a Cachoeirinha – que de “inha” não tem nada, jé que é bem grande -, que fica ali perto, saindo da Janela do Céu à esquerda.

Uma dica pra quem viaja com crianças é levar aquela cadeirinha de pendurar nas costas. Fomos para lá quando Juju tinha 11 meses, e fizemos as trilhas para as cachoeiras assim. Não fomos nos locais mais distantes, mas conseguimos explorar alguma coisa do parque e já valeu muito à pena!

Valores do Parque: Finais de semana e feriados – R$20,00 / Dias de semana – R$10,00;

Limite de visitação: 1.200 pessoas por dia.

Como chegar: Para chegar de avião, o aeroporto mais próximo é o de Juiz de Fora, a 104 quilômetros de Ibitipoca. De carro, vindo do Rio e de Belo Horizonte, acesso pela BR-040 (sentido Juiz de Fora), BR-267 (até Lima Duarte – o acesso à vila é feito por uma estrada de terra, de 27 quilômetros). A melhor época para curtir por lá é entre os meses de abril e setembro, quando chove menos. Entre março e novembro faz bastante calor, mas as chuvas e os raios também marcam presença.

Onde ficar: veja aqui  hotéis em Ibitipoca.

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Caraiva: viagem pra praia para o feriado

Um lugar pacato, com ruas de areia, casinhas coloridas e muita paz. Caraíva é o melhor exemplo de comunidade que luta para não perder suas características. Passou anos exigindo que a luz elétrica só chegasse por cabos subterrâneos, sem postes,para não poluir o visual.

É cercada por uma reserva indígena Pataxó, e ao mesmo tempo faz parte da Resex de Corumbau (Reserva Extrativista, criada há 12 anos num movimento liderado pelos índios e pescadores).

O lugar que nós mais curtimos pegar uma praia por lá é… no rio. Posto isto, há dois melhores lugares no rio: na prainha (rio acima; pegue um passeio de canoa até lá) ou na barra (quase no encontro com o mar). Outra diversão é descer o rio de bóia. Nesse caso, pergunte pelo Petróleo, e faça o passeio com ele.

Como chegar: Caraíva fica 120 km ao sul de Porto Seguro; sendo que os últimos 40 km são de terra. Quem vem de condução própria deixa o carro no estacionamento na margem norte do rio e atravessa de canoa para o centrinho da vila. De ônibus, saindo de Porto Seguro custa R$ 16. E o transfer desde o aeroporto de Porto Seguro sai entre R$250 e R$300. Viajar fora da alta temporada é também vantajoso por conta dos preços das passagens e hospedagem, por lá, pagamos apenas R$150 a diária para o casal, enquanto a média de preço dos campings é R$35.

Onde ficar em Caraiva: A gente adora a San Antonio, e adoramos. Tem bangalôs, um ótimo café e fica na beira da praia. Além dela, indicamos a Pousada da Lagoa e a Pousada da Praia.. Veja aqui mais hotéis em Caraíva.

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Praia do Forte:

Abril na praia do Forte é um dos melhores meses. Ainda é sol, mas passado o carnaval, tudo fica mais barato.

E o lugar é uma delícia. A Praia do Forte abriga a principal base do Projeto Tamar – responsável por estudar e proteger as tartarugas marinhas (dependendo da época, dá pra pegar a desova das tartaruguinhas e vê-las nascer e ir para o mar). E isso foi fundamental para a preservação da vila que, mesmo concorrida na alta temporada, mantém a natureza da região intacta. Já o mar, tem águas calmas, e piscinas naturais.

As piscinas naturais são um capítulo à parte. Elas ficam pertinho da vila, a uns 20 minutos de caminhada, e são incríveis. A maior delas é a Papa Gente, e também a mais cheia e com estrutura de barracas e cadeiras. Nessa área do Papa Gente, há várias piscinas, uma pertinho da outra. No outro extremo do Forte, em frente ao Resort Tivoli, tem uma outra piscina, bem mais vazia, e sem nenhuma estrutura. Bom para quem quer mais sossego.

No centrinho, fechado ao tráfego de carros e batizado de Vila, dezenas de bares e restaurantes descolados, pousadas charmosas, lojinhas de artesanato tomam conta da avenida e das alamedas.

E para passear, há alguns passeios legais para outras praias nos arredores, como a de Imbassaí,  ou Praia do Lord, onde pode-se apreciar iguarias da culinária baiana servidas aos banhistas dentro do mar.

Como chegar: Praia do Forte está localizada a 55 km do Aeroporto Salvador – Deputado Luís Eduardo Magalhães em Salvador Bahia. O acesso é muito fácil pela Estrada do Coco, que após atravessar o Rio Pojuca, é chamada de Linha Verde.

Onde ficar: Veja hotéis em Praia do Forte.

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Serra Gaúcha:

A Serra Gaúcha é um lugar único encantador. Cheia de herança da colonização, por lá é bem claro perceber a rica mistura cultural de nossos antepassados. Repleto de história, o destino é ideal para quem busca conhecer melhor todos os cantos do nosso país.

Em Bento Gonçalves, a cidade da Uva e do Vinho a pedida é passear pelas melhores vinícolas do país apreciando diferentes rótulos de vinhos e espumantes. Já Nova Petrópolis, uma pequena cidade conhecida como o Jardim da Serra Gaúcha também merece sua atenção quando estiver viajando por lá. Um dos mais gostosos programas de Nova Petrópolis é degustar as refeições coloniais que reúnem as mais saborosas receitas das cozinhas italiana e alemã e são servidas em típicas casinhas de madeira e arquitetura enxaimel.

Como chegar: O trecho entre São Paulo e Porto Alegre é operado pelas principais companhias aéreas brasileiras, como Gol, Tam,  e Avianca.

Onde ficar na Serra Gaúcha: Veja mais hotéis na Serra Gaúcha.

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Gramado:

A cidade é linda, com uma arquitetura super típica, e muitas lojas de chocolate! Para a família, um passeio divertido pra fazerpor lá é conhecer o Mini Mundo, onde vocês encontrarão miniaturas inspiradas nas tradições, culturas e construções do Brasil e da Europa e também  uma coleção automobilística dos anos 60. Gramado é tão incrível que tem até neve o ano inteiro, tudo por conta do parque Snowland, primeiro parque de neve indoor das Américas, inaugurado em outubro de 2013. O espaço recria um vilarejo alpino, com direito a pista de esqui e snowboard indoor.

Outra atração imperdível de Gramado é o Dreamland Museu de Cera. São mais de 90 personalidades famosas com cenários temáticos, características e detalhes das estatuas que impressionam os visitantes.

Como chegar: O Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre, é o principal do Rio Grande do Sul. Ele fica a cerca de 115 km de Gramado. Devido à distância, algumas pessoas contratam serviços de transfer para completar o trajeto até Gramado ou alugam carros nas locadoras do aeroporto. Mas se você quiser um meio mais econômico,  o ônibus da Citral passa pela Rodoviária e, em seguida, pelo Aeroporto (tanto na ida quanto na volta).

Onde ficar: Veja hotéis em Gramado.

 

Mini Mundo

Tiradentes:

Uma praça, duas ruas principais e outra meia dúzia de vielinhas; em uma tarde você consegue conhecer a cidade por completa. Mas para entender mesmo como funciona Tiradentes, sugerimos ficar pelo menos uma semana.  As ruas de pé de moleque, os passeios de charrete, o pão de queijo quentinho saindo do forno à lenha, a vida que passa… devagar.

A paisagem natural é um espetáculo! Tiradentes fica num vale alto, no altiplano mineiro, cercada de montanhas por todos os lados. É a imponente Serra de São José, que abraça todos os horizontes e que, apesar da imponência, é explorável. Para quem gosta, há trilhas que levam a cachoeiras, que passam por lagos escuros (como a Trilha do Carteiro) ou que atravessam a serra (a mais longa leva cerca de 5 horas.

Para quem gosta de artesanato, vale ir até Bichinho, a uns 40 minutos de carro.

E não perca o passeio de Maria Fumaça, um clássico. Vai até São João del Rey e percorre 13 quilômetros de estrada margeando o Rio das Mortes até chegar na estação final, construída em 1881. O bilhete de ida e volta custa R$56, e vale pegar uma van em São João e fazer o passeio (com calma) pelo Centro Histórico, que passa por ruas de casario colonial e pela Igreja São Franscisco de Assis.

COMO CHEGAR: Os ônibus vão até São João Del Rey, e de lá pega-se um táxi (cerca de R$ 40 e 20 minutos) até Tiradentes. A Viação Paraibuna é que faz o trajeto saindo do Rio, com 5h30m de duração.

Veja hotéis em Tiradentes.

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