NY no inverno

 NY em dezembro é mágico. Achei  uma das épocas mais agradáveis para passear pela cidade, porque afinal,  Nova York combina com frio. Não pegamos neve (uma pena! a neve caiu uma semana depois que fomos embora), mas pegamos uma cidade toda decorada para o Natal, com pistas de patinação, festival de luzes e ótimos espetáculos sazonais de fim de ano na Broadway. Foram  dias mágicos e deliciosos, que compartilho aqui com vocês nesse roteio de 4 dias em NY no inverno (veja aqui mais dicas de nova iorque, bairro a bairro).

roteiro NY no inverno: dia 1, pistas de patinação e vitrines de Natal

Pegamos um voo direto do Rio para NY pela Delta  (sempre usamos o skyscanner para ver as melhores tarifas em todas as companhias. É um buscador que apresenta os melhores preços de ida e volta combinados)

Como nosso hotel ( o Walcott — veja no fim do post mais detalhes) ficava na altura da 34th, em Midtown, tiramos a manhã para ir a pé até a pista de patinação do Central Park (Wollman Rink), descendo pela Broadway e pela 5th Ave,  e passando pela Times Square. Vale à pena fazer esse percurso caminhando, em vez de usar o metrô, porque é lindo e nada cansativo.

Sobre as pistas: são três ao ar livre em Nova Iorque nessa época do ano, e ficam abertas até fim de janeiro: Wolmann (Central Park), e do Rockefeller e a de Bryants Park. A de Bryant é gratuita : não é preciso pagar entrada, e você pode usar seus os patins.

Na pista de patinação do Central Park, pagamos US$19 por pessoa para entrar + US$9 por patins/pessoa (dezembro 2017). Não é exatamente barato, mas também não há limite de tempo. Você pode ficar horas patinando, e foi o que fizemos. Patinar no gelo no Central Park tem o plus de estar cercado pela vista mais icônica da cidade.

(Em tempo: NY tem sempre muita coisa para fazer, e é uma cidade movida a eventos. Então uma dica para aproveitar melhor, é sempre conferir na Time Out o que está rolando de teatros, shows e coisas afins pela cidade. Foi assim  que descobrimos, por exemplo, que em Dyker Heights tinha um festival de casas decoradas para o Natal.)

Para almoçar rapidinho, gostoso e sem gastar muito, fomos no Serafina. De lá, emendamos numa peregrinação pela vitrines de Natal, já que 16h já estava escurecendo, e as luzes sendo acesas. Nunca fui de me deslumbrar com vitrines, mas as de Natal em NY tem esculturas robotizadas, milhares de luzes de led, trilhas sonoras pra dar clima, cristais. É fora de série.

ny no inverno

Dia 2: Six Flags

Tiramos o segundo dia para ir ao Six Flags Adventure, em New Jersey. O parque é especializada em montanhas-russas e quedas-livres, e é imperdível, ainda mais pra quem está em NY com crianças e adolescentes.

Em qualquer estação do ano, chegar lá é fácil, porque há ônibus direto saindo do terminal de Port Authority (perto da Times Square). O trajeto leva cerca de 3h, mas vale à pena.

Acontece que o inverno é baixíssima temporada no parque (há algumas atrações fechadas, mas tem a vantagem de as filas serem mínimas), e por causa disso, a linha de ônibus fica suspensa nessa época. O jeito foi pegar um trem para Princetown, a cidade mais próxima, e depois um Uber. Saiu bem carinho (uns US$200 somando ida e volta do trem e Uber), mas conseguimos chegar.

O parque é muito legal, embora muitas atrações estivessem fechadas. Além disso, uma das montanhas-russas que estavam em funcionamento deu defeito com o carrinho lá em cima dos trilhos, o que me assustou um pouco.

Confesso que preferimos o Six Flags de Los Angeles, e o resumo da ópera aqui é o seguinte: vale ir pro Six Flags se você tiver dias sobrando em NY. Senão, deixa pra lá.

Dia 3: roteiro Chelsea, Meatpacking e West Village

Foi dia de explorar o West Village, Chelsea e Meatpacking District. Esse é um lado de NY de prédios mais baixos, de tijolinhos vermelhos, com menos turistas e mais moradores, ótima batereis, fleas e lojinhas descoladas.  Se quiser um itinerário mastigadinho, faça o mesmo que nós:

  • Desça no metro da 23 (Madison Square) e comece  Eataly. Se não quiser contar calorias, seu café-da-manhã pode ser um crepe do Nutella Bar.
  • Desça a rua 23 rumo à 8Ave. No caminho, você vai passar pelo Hotel Chelsea (com o fachada grafitada pelo Osgêmeos.
  • Depois, pega a 9Ave, e dê uma voltinha pela vizinhando (entre 20 e 22), que tem lojas bem legaizinhas. Por ali, fica a Billy’s Bakery, que tem doces deliciosos.
  • Depois, siga pela Highline até a escadaria de Gasenvoort, e desça. Pronto, você chegou ao descolado Meatpacking. Aqui, aproveite para conhecer o Whitney Museum. Além do acervo de arte contemporâneo, o museu tem arquitetura desbundante, com terraços escancarados para NYC. Vale parar no café que tem no terraço e pedir algo.
  •  Depois do Meatpacking, rume para o Chelsea Market, e almoce por lá.
  • Termine seu passeio em West Village. É só seguir do Chelsea Market Siga (pela rua Hudson) até a Abingdon Square, e então só se perca pelas ruas. Bata perna mesmo. Esse é um dos pedaços mais fotogênicos de New York. Se ainda tiver disposição para ingerir mais um pouco de glicose, termine seu dia na Magnólia Bakery, na esquina da Bleecker com rua 11. É onde servem os cupcakes mais famosos de NY.

De noite, fomos conferir a árvore do Rockefeller Center, que tinha sido inaugurada cinco dias antes. Havia uma multidão! Dizem que só é Natal em NY depois que essa árvore é iluminada, um pinheiro de quase 30 metros, com milhares de lâmpadas LED. Aqui também fica uma outra pista de patinação bem legal.

roteiro ny chelsea Nova iorque chelsea Nova iorque

Dia 4 : Upper East Side, The Met e Central Park

A gente adora explorar as cidades de bike, mas NY não é exatamente uma cidade bike friendly como Amsterdã ou Paris (embora existam bikes públicas). Mas você pode, e dever, dar uma pedalada pelo Central Park: é uma delícia, e um bom jeito de explorar o parque todo, que é enorme.

O melhor nesse caso é alugar uma bike para o dia todo. Sai mais barato do que a bike pública, que custa US$ 9 para cada 15 minutos.

Dicas de Nova Iorque bairro a bairro: os imperdíveis

  • Brooklyn/Williamsburg: o babado rola entre a Kent e a Bedford Street, entre as ruas 6 e 11. sábado tem a Smorgasburg, feira animada de comida. Mas também recomendo almoçar no Sea, que fica na Kent Street. No Dumbo, vale ver o põr-do-sol dos gramados ou da ponte.
  • Soho: Amamos! Além de compras na Broadway, vá em 3 cafés: Mariebelle, Little Cupcake Shop e Maman. E na Dean&DeLucca Bakery. E explore as ruazinhas que cortam a Broadway, Prince e Spring Street.
  • Greenwich:  De dia é uma graça, e de noite é uma festa! Aqui, recomendamos ir na MacDougal Street, na Magnolia Bakery, na Washington Square (de noite! Veja no destaque dos stories como é legal) e na Bleecker Street.
  • Rooftop: o do Wythe Hotel (Brooklyn), Gallow Green (Chelsea) e The Strands Hotel (Midtown). Para subir, é de graça. .

Onde se hospedar em NY: o Wolcott

Hotel em NY é caríssimo, mas da última vez descobrimos o Wolcott, um centenário que ocupa um prédio histórico na 34th st.

Hotel Wolcott foi justamente a melhor opção de hotel acessível e MUITO bem localizado!!! E olhe que é uma tarefa árdua encontrar hotel em Manhattan com valores na faixa de U$110. Quase aos pés do Empire State Building, o hotel encontra-se em uma posição estratégica na ilha, de onde é possível ir andando até as grandes atrações da cidade, como Times Square, Rockefeller Center, Central Park, dentre outros. Ah, foi aqui que a Anitta gravou o clipe Downtown!

 

Que seguro viagem internacional contratar

Agora que você já sabe onde se hospedar, está na hora de escolher um bom seguro de viagem. E na hora de buscar a melhor opção, nós indicamos o Segurospromo. Ele é o único buscador que apresenta todas os seguros disponíveis de forma comparada, facilitando muito na hora da procura. Descubra a melhor opção para sua viagem no nosso site!

SalvarSalvarSalvarSalvar

SalvarSalvarSalvarSalvar

SalvarSalvar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.